Por que o coronavírus não colapsou mercado de caminhões como o de carros

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A Fenabrave (associação nacional dos concessionários) divulgou o balanço de vendas referente ao mês de junho e ao fechamento do semestre na última quinta-feira (2). Os números publicados pela associação mostram uma melhora tímida do mercado após a reabertura de fábricas, concessionárias e departamentos estaduais de trânsito (Detran) após a quarentena pela pandemia do coronavírus.

No entanto, se os 122.772 automóveis e comerciais leves emplacados representaram um crescimento de 116,78% em relação a maio, ainda ficaram 42,47% abaixo do registrado em junho do ano passado. O recuo das vendas pode ser visto também no comparativo semestral entre 2019 e o 2020: se na primeira metade do ano passado foram 1.248.843 emplacamentos, neste foram 763.280, recuo de 38,88%.

Para piorar, a desvalorização do real frente ao dólar, para patamares acima de R$ 5, vem forçando uma elevação rápida dos preços dos carros, tornando a aquisição ainda menos segura.

No entanto, um setor da indústria automotiva não tem tido muito do que
reclamar: o de caminhões. Segundo dados da mesma Fenabrave, esse mercado não colapsou como o de veículos leves, embora os fatores citados acima também tenham reduzido as vendas do setor.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions. Para continuar lendo, visite o site Quadro Rodas com a matéria completa

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